Divisão de tarefas domésticas

23 junho 2017


Suculenta da maravilhosa loja Mia Luzia

Durante muitos anos fui a fada do lar, aliás tenho a mania que sou fada do lar desde que me conheço.
Sempre adorei fazer limpezas e organizar armários. Fazia isso desde miúda, não só em minha casa, mas também em casa da minha avó, tios, primos... Enfim, oferecia os meus serviços de limpeza a toda a gente!

Durante os tempos da universidade, vivi fora de casa e portanto tivemos que dividir as tarefas entre todas. Escusado será dizer que eu adorava fazer as minhas e às vezes fazia também as das minhas amigas porque adorava! Eu própria me voluntariava para as fazer. Até quando já era vegetariana cozinhava pratos para os outros (como era no início não me importava, hoje em dia confesso que seria incapaz). Portanto, era uma pessoa impecável, sempre disposta a ajudar, em prol da limpeza.

Quando eu e o meu marido começamos a viver juntos, era igual. Ele não mexia em nada (tirando as coisas específicas dele obviamente) porque eu não queria, eu gostava mesmo de fazer, não era trabalho... Claro que não era a ocupação mais relaxante do mundo, não funcionava propriamente como terapia, até porque eu era um pouco maníaca com as limpezas e arrumações e tinha que estar tudo impecável. Passava fins-de-semana inteiros a limpar e organizar.

No final de 2011 comecei a ler sobre um estilo de vida chamado "Minimalismo". Fiquei fascinada com a ideia de ter pouca coisa para limpar e manter. Nessa altura já tinha percebido que ser uma maníaca das limpezas me estava a fazer muito mal. Em vez de usar os fins-de-semana para descansar e me divertir, estava a ocupá-los com limpezas completas à minha casa!

Acho que estava tão habituada a estas rotinas que me esqueci completamente de questionar "Faz sentido ter tanta coisa para limpar, arrumar e organizar?" "Faz sentido ocupar o meu tempo assim aos fins-de-semana em vez de me divertir e passear?" "Faz sentido comprar ainda mais coisas que irão ocupar mais espaço em casa e dar mais trabalho a manter?" "Sou feliz assim ou poderia ser mais?". 
Com a correria do dia-a-dia, com as 1001 tarefas que dava a mim mesma não tinha tempo de reflectir, de questionar. O minimalismo veio dar-me um abanão e acordar-me!

Livrei-me de tanta tanta coisa. Depois da tralha, vieram os compromissos, hábitos menos saudáveis, as 1001 tarefas que fazia em casa, algumas pessoas... Foi uma verdadeira transformação!

Pelo meio fui deixando esta ideia de que tudo tem que ser perfeito, de que tudo tem que estar impecavelmente limpo e até houve alturas em que cheguei a extremos: tudo por limpar e arrumar em casa. Mas sinceramente precisei disso até me encontrar no meio termo. Não tem mal nenhum deixarmos as coisas por fazer em casa, ninguém morre por causa disso, há coisas muito mais importantes. Então devemos deixar de nos cobrar por causa disso e de sermos tão exigente connosco próprios. Somos nós muitas vezes que impomos determinadas regras e determinados prazos, mais ninguém. E para quê? Será que vamos ganhar alguma medalha?

Após 32 anos de vida, 5 anos de vida universitária com partilha de casa, 7 anos a partilhar casa com o meu marido, resolvi comprar um quadro e fazer uma divisão de tarefas. Afinal estamos sempre a tempo de mudar!



Tinhamos uma tv na cozinha que raramente era usada. Então resolvi tirá-la da parede e colocar um quadro de xisto. 
Registei as tarefas diárias e semanais e tentei dividir metade/metade. Devo confessar-vos que foi um exercício dificílimo para mim pois quero sempre fazer tudo! Mas consegui!

Um mês depois desta divisão de tarefas posso dizer-vos que o meu marido se tem portado melhor do que eu até, pelo menos ao fim-de-semana. Durante a semana eu tenho mais tarefas do que ele, mas ao fim-de-semana ele faz praticamente tudo. Então para mim é optimo, pois o meu grande dilema é que não queria ocupar os fins-de-semana com tarefas domésticas, queria descansar, meditar, dedicar-me ao blog. Com ele é diferente, pois prefere exactamente o contrário, descansar diariamente e fazer as tarefas ao fim-de-semana. Foi tentando encontrar este equilíbrio que dividi as tarefas!
Esta divisão foi também muita boa para mim pois já não caio na tentação de fazer as tarefas que não são minhas. 

O que conseguimos com este desafio?
Mais compreensão, interajuda e menos discussões. Já não há aquela ideia do "Tenho que fazer tudo e ele não me ajuda nada". Fazemos os dois e pronto. Não perdemos tempo a decidir quem faz nem a pedir. E mais engraçado, às vezes tentamos ver quem acaba as suas tarefas primeiro!

Então e de onde veio a inspiração para esta divisão de tarefas?
Na realidade já queria implementar algo assim há muito tempo, mas ia adiando!
Foi este post da Cláudia do Officinalis que me inspirou!

E vocês como fazem? Querem partilhar dicas?

Comida saudável, rápida e colorida

21 junho 2017



Já há muito que me debatia com um grande problema: como ter comida saudável, deliciosa e colorida mas que fosse rápida e não desse muito trabalho?

Andava até super desmotivada e sem nenhuma vontade para cozinhar...
Felizmente voltei a ter vontade de cozinhar e melhor de tudo agora como com real prazer!

Várias coisas contribuíram para isso: os videos do Cam & Nina (graças à sugestão da querida Patrícia do Not Guilty Pleasure), o detox holístico de Primavera da querida Cláudia e ao livro maravilhoso da Vânia do Made by Choices.

Tudo isto permitiu-me recuperar o bichinho da cozinha e da comida saudável que se tinha perdido no meio do cansaço e das 1001 coisas para fazer.
Mas não pensem que agora tenho vontade de fazer receitas maravilhosas e elaboradas todos os dias, nada disso. Toda esta inspiração que recebi ajudou-me a fazer receitas fáceis, rápidas e saudáveis sem perder tempo nem ter grande trabalho.
E um dos meus pratos preferidos é sem dúvida uma buddha bowl!
Comprei estas taças no Ikea e adoro-as, são as minhas companheiras em quase todas as refeições.

As buddha bowl podem parecer super difíceis de fazer, afinal têm imensos ingredientes diferentes. 

Então qual é o segredo? Cozinhar grandes quantidades antecipadamente!

Faço com arroz integral/quinoa/bulgur e grão/lentilhas/feijão. Às vezes também corto por exemplo couve roxa a mais e guardo num tupperware (sem tempero).
Outras vezes tenho hummús, rebentos (que faço em casa) e tenho sempre linhaça moída (guardo num frasco de vidro no frigorífico).

Na altura de preparar a refeição é muito fácil, por exemplo lavar alface, couve kale, tomate cherry... (se ainda não tivermos lavado) e acrescentar o que referi acima. No final gosto sempre de adicionar sementes, levedura nutricional e um molho vinagrete.

Aqui tem várias receitas óptimas.

E de manhã?

Adoro os batidos em taça! 

Não me agradava a ideia de ter que comer a granola com leite vegetal todos os dias e não sei como não me tinha lembrado disto antes! Agora faço sempre um batido em taça! Depois acrescento os toppings que tiver em casa: granola, sementes (chia, girassol, abóbora), mais fruta, canela em pó, frutos secos... As possibilidades são infinitas! 

Esta opção sacia-me bastante como mais nenhum pequeno-almoço conseguiu fazer!

Gosto de comer de pé a observar o que se passa lá fora pela janela da minha varanda. Quando tenho mais tempo sento-me mesmo numa almofada na varanda.

Aqui fica uma receita deliciosa e super simples. Normalmente uso sempre 2 bananas bem maduras como base (costumo ter sempre uma congelada, pois dá mais consistência ao batido) e depois adiciono outras frutas ou vegetais, sinceramente prefiro variar mais nos toppings do que na base. 
Costumo deixar algumas coisas já prontas na noite anterior, como vegetais ou frutas lavadas e todos os toppings secos ficam prontos no balcão da cozinha.

Assim, acabei por deixar de consumir pão por uns tempos e tenho-me sentido muito melhor confesso. Era completamente viciada em pão e comia várias vezes por dia, mas confesso que me cansei, acho que o meu próprio corpo me estava a dar sinais de que precisava de fazer uma mudança. Portanto sinto-me super bem e é para continuar 😍

No-poo: lavar o cabelo sem champô

20 junho 2017

E se vos dissesse que é possível lavar o cabelo apenas com água?

Quando fizemos o desafio #onetipadaykeepsthetrashaway no mês de Maio, disse que iria partilhar a experiência de uma amiga que lava o cabelo apenas com água. Aqui vai esse depoimento:


Faz quase um ano desde a última vez que usei shampoo no meu cabelo. 
O método tem um nome: NO POO (no shampoo) e na verdade é tão simples quanto lavar o cabelo apenas com água. Eventualmente lavo também com vinagre de maçã e penteio. Nada mais.
O meu cabelo tem 83 centímetros de comprimento (medi-o agora) e é uma boa “massa” de cabelo, o que faz pensar a qualquer pessoa que é difícil de pentear.. Era! Em tempos acreditei ser dependente de artifícios: do shampoo e do amaciador, pois não passava os dedos entre os fios de cabelo sem a ajuda dos dois.
Não poderia imaginar que essa mesma parceria eram os piores inimigos do meu cabelo! Da saúde dele!
Os dois (assim como toda a família: “hidratantes”,”fortificantes”,”anti-caspa”, “abrilhantadores”, seruns, máscaras, etc) retiravam o óleo natural do cabelo com a ajuda de todos os seus componentes químicos.
Esse óleo (sim, aquele mesmo que dá o aspecto oleoso ao cabelo) é na verdade precioso. Ele é a resposta do corpo à necessidade do cabelo ser regenerado! Como podemos notar, quanto mais lavamos o cabelo com shampoo mais rapidamente ele fica oleoso e esse fenómeno é, nada mais, do que a resposta de socorro a um cabelo altamente agredido pelos químicos!
Por isso, se achas que é mau o teu cabelo ficar rapidamente oleoso enganas-te, o teu cabelo tem uma óptima capacidade de regeneração! 
Esse óleo, essa seiva corporal, é o melhor de todos os amaciadores. Na verdade, o teu cabelo não vai ficar oleoso se deixares de usar shampoo..! A limpeza do cabelo é feita apenas com água, normalmente não preciso de mais nada, muito pontualmente o vinagre de maça ajuda-me numa limpeza mais profunda, sem que, contudo, retire esse óleo natural.
Como fiz para deixar de usar shampoo?
Como se o cabelo estivesse dependente de uma droga (o que não é mentira!) ele teve de ter um tempo de habituação, um tempo para se libertar do shampoo, purificar e regenerar e só depois desse tempo de transição é que o aspecto do cabelo se naturalizou. Como se fosse mesmo um processo de “desintoxicação”.
Durante esse processo deixei qualquer produto para cabelo! Lavei o cabelo apenas com água (como até hoje)!
Poderia ir até 6 semanas (segundo o que li) mas no meu caso foram só duas as semanas de transição. O cabelo ficou oleoso começando pela raiz até chegar ás pontas. Com um aspecto molhado, como se tivesse acabado de dar um mergulho, mas não fica propriamente com mau aspecto, nem sequer tem cheiro. Durante essa minha fase as pessoas apenas pensavam que tinha acabado de tomar banho.
Pentear foi muito importante nessa fase para fazer com que essa bendita seiva (o óleo) chegasse rapidamente ás pontas!
Numa manhã, ao fim dessas semanas, acordei com o cabelo seco. Havia terminado o processo de desintoxicação. Percebi que durante esse período o meu corpo tinha oferecido ao cabelo uma máscara natural altamente regenerante!
Aquilo que achava impossível aconteceu: a partir desse dia até hoje penteio o cabelo seco ou molhado com a maior das facilidades! O cabelo está suave, limpo e forte!
Deixo que o corpo se cuide, enquanto eu o ajudo, entendendo-o cada vez melhor. Sinto o meu corpo mais próximo da Natureza e eu mais próxima da minha por ser com Naturalidade.

Obrigada querida M. por me deixares partilhar a tua história 😊

Update: eu estou há cerca de um mês a lavar o cabelo com sabão líquido castela que é completamente natural, portanto também o meu cabelo está a passar por este processo de desintoxicação. Temos que ser pacientes, pentear bastantes vezes o cabelo e massajar para que os tais óleos naturais se vão libertando. Podes encontrar aqui o sabão castela em versão líquida: https://www.circulobio.pt/loja-dr-bronner-s-portugal-soaps 

Podcast Ana, Go Slowly 003: minimalismo, desperdício zero, maternidade e alimentação

18 junho 2017



Falamos do nosso regresso e daquilo que fizemos nos meses de ausência de podcast.

A Sofia foi mãe e eu desatei a comprar livros e a acumular caixas de cartão e frascos de vidro. Pelo meio também fiz um detox holístico e mudei algumas coisas na minha alimentação.

Gravamos este podcast na praia e por isso ouve-se algum vento como som de fundo.

Neste episódio abordamos as seguintes questões:
  • Ser minimalista e comprar livros?
  • O minimalismo também passa por acrescentar aquilo que interessa?
  • Desperdício Zero: mudanças radicais e como encontrar o equilíbrio?
  • Desperdício Zero: como respeitar os outros e o planeta ao mesmo tempo?
  • Fazemos escolhas conscientes no nosso dia-a-dia?
  • Ser minimalista e mudar para uma casa maior?
  • Maternidade minimalista?
  • Conseguimos adaptar o minimalismo ao nosso estilo de vida?
  • Batidos de fruta e vegetais ou pão ao pequeno-almoço?

Livro: Escuta o teu corpo

16 junho 2017


O livro da Francisca (Miss Kale) é absolutamente maravilhoso e chegou no momento certo.
Eu, minimalista confessa, e nada de compras impulsivas, encomendei o livro (ainda em pré-venda) sem pensar duas vezes.

No último mês é precisamente isto que tenho estado a fazer: a escutar o meu corpo.
Apesar de já ter cuidado com a alimentação há alguns anos e de considerar que tenho cuidado com a minha saúde, a verdade é que não tenho escutado o meu corpo. Ainda o exponho a muito mais stress do que gostaria, ainda não o mexo tanto como gostaria, ainda não consumia tantos verdes quanto gostaria, ainda não o alimento com energias positivas como gostaria... É óbvio que há sempre pontos a melhorar e isso é óptimo, pois permitem-nos ter foco e direcção. Mas quando percebemos que as nossas acções diárias não estão alinhadas com os nossos valores e quando o nosso corpo se queixa e não o ouvimos... é sinal de que temos que parar e colocar tudo em perspectiva.

Foi o que fiz a partir do final de Abril. Comecei com o detox holístico de Primavera da Cláudia do officinalis (falarei disso num próximo post), fui a consultas, fiz análises e exames e comecei realmente a perceber o que estava e o que não estava bem.

Retiro Recomeça

12 junho 2017


Cuida de ti. não te deixes perder, não te deixes esquecer, não te deixes levar pelas dificuldades da vida. cuida desse coração. encontra um amor bonito, simples, sem jogos, nem esperas. um amor que embale o teu sono, e te dê paz. cuida dos teus. guarda os bons amigos. cuida deles, e deixa que eles te cuidem. cuida de ti. em primeiro, antes de todos os outros. não percas a fé em ti, a esperança no que de bom podes fazer, o que de bom mereces receber, e a gratidão pelo que tens.
cuida de ti. e por favor, nunca percas o teu sorriso. por nada, por ninguém.

E assim estava dado o mote para um lindo e maravilhoso retiro que aconteceu no fim-de-semana de 2 a 4 de Junho, com a Sofia Castro Fernandes do "Às 9 no meu blog". Não poderia ter começado o mês de Junho de melhor forma.

A Sofia dispensa apresentações. É incrível a boa energia que transmite e ao mesmo tempo a força que passa para nós que estamos deste lado, a querer receber tudo para nos sentirmos tão inspirados quanto ela.

A Sofia ficou responsável pelas meditações guiadas, o coaching e o reiki.

A Joana foi a nossa querida e maravilhosa cozinheira. Já conhecia a Joana e sabia que ela não nos iria deixar ficar mal. Tudo absolutamente delicioso e saudável. Todas as refeições foram 100% vegetais, à excepção de um pão que tinha um pouco de queijo e que foi servido no jantar de sexta (mas claro que um pão sem queijo estava à minha espera). Vejam só a mesa do nosso brunch de domingo:




Tudo foi pensado ao pormenor para que nos sentissemos bem. Mesmo para as pessoas que não têm este tipo de alimentação (eu era a única vegetariana) foi super fácil adaptarem-se aos sabores rapidamente. Toda a gente adorou tudo!

Tivemos também a Eva Coelho connosco, Psicóloga e Psicoterapeuta, que partilhou imensas dicas connosco sobre como lidar com a ansiedade (quem não precisa?). Foi maravilhoso! Dicas super simples mas super importantes e que todos os dias nos esquecemos de colocar em prática!

O grupo foi fantástico. Não poderia ter sido melhor. Desculpem-me os grupos dos outros retiros da Sofia, mas acho que o nosso foi mesmo melhor! :)

Não poderiamos ter estado num melhor local, também. Toda a gente sabe que sou apaixonada pelo Alentejo e num retiro como este só poderíamos ter ficado num lugar assim!

Chama-se Monte Comprido e fica em Odemira, a cerca de 40km da costa vicentina.





Sem dúvida, o cenário perfeito para as nossas meditações, reflexões, contemplações e para obervarmos o pôr-do-sol.

Foto da Sofia
A comunhão com a natureza foi perfeita.

O Monte Comprido tem ainda uma parte de glamping que em breve estará disponível para toda a gente, com duas tendas lindas, chuveiro, casa-de-banho e mesa de refeições, tudo ao ar livre!


Tive ainda oportunidade de dar uma aula de yoga no domingo de manhã. Foi tão bom! Preparei uma aula sobre gratidão bem leve para começarmos o dia de forma lenta. E inspirei-me num texto da Sofia que li antes de terminar a aula. Ainda houve tempo para entoar o mantra Shiva Shambo uma vez mais no final da aula com vários instrumentos! Uma verdadeira animação. Muito grata por esta aula :)


Acima de tudo foi um retiro com tempo, para respirar, para observar, para cuidar, para conversar. Há quanto tempo não tinha este tempo para mim?
É importante pararmos, olharmos para dentro. Se é difícil fazê-lo no nosso dia-a-dia, então procuremos um local para o fazer, um retiro, umas férias.

Estou neste momento focada em cuidar de mim como realmente mereço. Fui adiando este tempo para mim tantas e tantas vezes. O retiro foi um pedacinho desse tempo e desse espaço que tenho criado para mim. Espero continuar a acrescentar muito mais coisas no meu dia-a-dia, pois só estando bem é que poderei partilhar e transmitir essa minha energia e bem-estar para os outros.


Todos os contactos/informações:



Aveiro+Verde - Desperdício Zero

05 junho 2017



Vou estar no Aveiro+Verde a falar de Desperdício Zero.

Seguem todas as informações:

Dia 11 de Junho, domingo, 14h30 às 15h00
Palestra “Desperdício Zero: por onde começar? Estratégias simples para reduzir o lixo.”
Local: Auditório da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro
Evento com todas as actividades desse fim-de-semana: https://goo.gl/2GnYTq

Vemo-nos por lá?